Viajantes do tempo? Reconhece alguém na foto?

Quando Einstein começou a brincar com o tempo e o espaço, em 1905, ele descobriu que eles não são iguais para todo mundo. Cada um tem o próprio tempo e o próprio espaço, configurado pelas distorções gravitacionais locais e pela velocidade do referencial. Ele descobriu que, quanto mais rápido você viaja, mais devagar o tempo passa para você – ou, se preferir, mais depressa o tempo passa para todo o resto.

Reconhece alguém?

Não podemos dizer que é impossível viajar ao passado, mas nenhuma solução físico-teórica foi encontrada até o momento. Por isso, paradoxos temporais, buracos de minhoca e realidades paralelas são apenas especulações teóricas, sem qualquer tipo de comprovação.

As notáveis ​​semelhanças entre esses rostos famosos e seus gêmeos históricos deixaram muitos teóricos da conspiração convencidos de que podiam viajar no tempo.

Seja qual for a verdade, eles de fato são muito semelhantes. Confira!

Este retrato (à direita) foi colocado em leilão no eBay por um milhão de dólares em 2011. Especula-se que foi tirado em 1870 de um homem em Bristol no Tennesse.

Foto tirada na década de 1920, não outras informações sobre a pessoa e o local onde o retrato foi feito.

Fotos históricas de dois soldados russos em 1920 e 1941 que parecem consideravelmente com versões mais jovens de Vladimir Putin, agora com 64 anos. 

Esta foto de 1860 também foi para Ebay pela ‘bagatela’ de  50.000 dólares.

Esta foto do ‘sósia’ do rapper Jay-Z foi tirada no Brooklyn em 1939.

Foto do general Doug MacArthur no Pacífico durante a Segunda Guerra Mundial.

Uma mulher retratada no início dos anos 60 chamada Judy Zipper.

Exposta na Galeria Uffizi em Florença na Itália, esta pintura é de 1530 intitulado ‘Retrato de um homem‘.

Foto de um jantar em família na Alemanha nos anos 30.

Pintura do Papa Gregório IX no século XIII mostra que o ex-líder da igreja católica é muito semelhante ao ‘Rocky’.

Como surgiu a Física Quântica

A Física Quântica surgiu como a tentativa de explicar a natureza naquilo que ela tem de menor: os constituintes básicos da matéria e tudo que possa ter um tamanho igual ou menor. Em outras palavras, tudo o que é maior do que um átomo está sujeito a leis da física clássica. Por exemplo, elas sofrem a atração da gravidade, as leis da inércia, ação e reação, e por aí vai. Mas quando analisamos tamanhos menores que um átomo, tudo muda e as regras da física clássica já não valem mais. Foi preciso então admitir que era necessário outras leis para lidar com essa realidade, e também uma física totalmente nova, que ficou conhecida como Física Quântica.

Tudo começou em 1900, quando o físico alemão Max Planck introduziu a ideia de que a energia era enviada em “pacotes” chamados quanta (meio que parecido com a transmissão de dados pela internet), com o fim de derivar uma fórmula para a dependência da frequência observada com a energia emitida por um corpo negro.

Em 1905, Einstein explicou o efeito fotoelétrico por um postulado sobre que a luz, ou mais especificamente toda a radiação electromagnética, pode ser dividida num número finito de “quanta de energia”, que são localizados como pontos no espaço.


Efeito Fotoelétrico: Postulados de Einstein

A física quântica é uma parte da Física que se diz ser “não intuitiva“. Isso quer dizer que muitas partes dela parecem não ser verdade, mas são. Por exemplo, a dualidade onda-partícula diz que partículas se comportam ora como partículas ora como ondas. É uma afirmação no mínimo estranha, bizarra. Mas é o que acontece no mundo real. No nosso dia-a-dia achamos que vivemos num planeta plano, mas não é verdade: nosso mundo é arredondado, num formato chamado esferoide.

Como a física quântica é não intuitiva, ela foi considerada uma falsa teoria. O próprio Einstein (que foi um dos fundadores da física quântica) acreditava que a física quântica estava errada. Mas com o passar do tempo percebeu-se que ela explicava tão bem o resultado das experiências, que tinha de ser verdade.

O mundo em que vivemos é feito de átomos. Os átomos são feitos de coisas ainda menores chamadas quarks e elétrons. Ainda não sabemos se os quarks são feitos de coisas ainda menores. Os átomos, elétrons, quarks e outra coisa tão pequena que ainda não sabemos muito sobre ela, chamada fóton, têm comportamentos bizarros de vez em quando: nunca podemos saber exatamente onde estão. Não é por falta de instrumentos potentes, é uma lei da física, chamada Princípio da Incerteza de Heinsenberg, que diz que nunca saberemos a exata posição das coisas. Nunca saberemos onde os elétrons de um átomo estão exatamente. Nunca.

É algo estranhíssimo, mas é a verdade. Há elétrons que, inclusive, somem de um lugar e reaparecem em outro, algo como um teletransporte. Não dá para ver que caminho seguiram para ir de um lugar a outro, só sabemos que eles fazem isso.

Há átomos, como o de Urânio que, do nada, explodem. Nunca sabemos que átomos vão explodir, ou quando, só sabemos que alguns vão e outros não. Aparentemente, nada faz eles explodirem, mas eles explodem. Irritou tanto a Einstein que ele disse sua famosa frase “Deus não joga dados”.

Fonte: wikibooksastropt e unicamp