Os melhores documentários sobre a ciência e o espaço

Ao contrário de muitos programas de TV, geralmente voltados apenas para entretenimento, alguns periódicos surgiram com excelente conteúdo que transformam a vida e incentivam a nossa busca de conhecimento.

Desde o início deste século, a ciência (especialmente a espacial), tornou-se um tema favorito para os produtores por causa do crescente interesse e curiosidade entre as pessoas para conhecer a realidade.

Documentários excelentes foram produzidos nos anos recentes. Veja abaixo algumas indicações de séries espaciais e documentários fará você desenvolver um forte interesse na ciência e no espaço.

Cosmos: Uma odisseia no espaço-tempo (2014)

A série é um remake de um popular programa de TV ” Cosmos: A Personal Voyage ”, que foi transmitido em 1980. Esta adaptação moderna obteve uma classificação de 9,4 em 10 nas métricas da IMDB .

O show é apresentado pelo astrofísico Neil deGrasse Tyson, que, como um jovem estudante do ensino médio, foi inspirado por Carl Sagan.

Consiste em 13 episódios surpreendentes (tempo apróximadamente de 40 a 45 minutos). Se você está interessado em Espaço e Aprendizagem Ciência, eu recomendo fortemente assistir a temporada inteira.

A série está disponível no Netflix, você pode assistir através deste link: http://www.netflix.com/search/cos?jbv=80004448&jbp=0&jbr=0

O documentário de ficção científica foi ao ar em 09 de março de 2014, estreou na rede Fox e no canal National Geographic. Desde então, a data de lançamento para a segunda temporada não foi confirmada.

Veja também: Segunda temporada de “Cosmos” prevista para 2017?

Além do Cosmos – Mecânica Quântica (2011)

Essa é mais uma série de documentários que descorem sobre as descobertas fantásticas feitas pelos físicos, cosmólogos, e pesquisadores das micropartículas.

Esses que são os cientistas mais inteligentes, de QI mais alto em toda a classe científica foram obrigados a admitir que os ocultistas os paranormais e psíquicos de todos os tempos estavam certos, existem sim universos paralelos, e dali que vem as almas desencarnadas, é dali que vem os “Deuses” e demônios míticos, e ali que estão os chakras, a consciência, e os poderes da mente.

Eles estão tendo de lidar com a oposição de seus colegas de outras áreas cientificas, que possuindo QI bem mais baixo, sendo pessoas muito mais limitadas, acabam por não entender nada.

Através do “buraco de minhoca” por Morgan Freeman (2010)

Através do “buraco de minhoca” irá explorar os mistérios mais profundos da existência até as perguntas que têm intrigado a humanidade para a eternidade. De que somos feitos? O que havia antes do começo? Estamos realmente sozinhos? Existe um criador? Essas perguntas foram ponderadas pelas mentes mais requintadas da raça humana.

Agora, a ciência evoluiu para o ponto em que fatos e evidências concretas podem ser capazes de nos fornecer respostas em vez de teorias filosóficas. Através do “buraco de minhoca” reunirá as mentes mais brilhantes e as melhores idéias (dos limites da ciência, astrofísica, quântica, teoria das cordas e muito mais) para revelar a verdade extraordinária do nosso Universo.

Através do “buraco de minhoca” é uma série documental de ciência norte-americana narrada e pelo ator americano Morgan Freeman. Sua primeira exibição foi nos Estados Unidos em 9 de junho de 2010.

Viagem aos limites do Universo (2008)

Viagem aos limites do Universo é um documentário transmitido pela National Geographic e pela Discovery Channel. Ele documenta uma viagem espacial da Terra para a borda do próprio universo . A edição americana foi narrada por Alec Baldwin e a edição britânica de Sean Pertwee.

No documentário é possível entender o que acontece nos limites do universo observável. A viagem parte da terra e continuará por todo o universo conhecido.

O documentário tem 91 minutos e foi transmitido em 7 de dezembro de 2008.

Organismo extraterrestre prova a existência de vida fora da Terra

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Sheffield e do Centro de Astrobiologia da Universidade de Buckingham liderada pelo professor Milton Wainwright, no Reino Unido, revelou para o mundo uma fotografia inquietante de um organismo misterioso.

Pequena estrutura denominada “partícula do dragão”

Seus pesquisadores dizem que é uma “entidade biológica” feita de carbono e oxigênio, ou seja, os mesmo materiais necessários para vida como conhecemos hoje.

O professor Wainwright enviou balões para a estratosfera 27 km acima da atmosfera da Terra para coletar partículas do espaço.

Ele alegou que o que eles descobriram não é apenas a prova de que a vida existe no espaço exterior, mas que os organismos extraterrestres estão “chovendo” continuamente na terra.

Ele disse: “A foto mostra uma estrutura coloquialmente chamada de ‘a partícula de dragão’ que a análise científica mostrou ser feita de carbono e oxigênio e, portanto, não é um pedaço de poeira cósmica ou vulcânica.”

Professor Milton Wainwright

Os cientistas afirmam que a partícula de dragão é uma prova conclusiva da vida em outros lugares do universo.

“Esta é claramente uma entidade biológica (cerca de 10 micron de tamanho), embora não seja claro se é parte de um único organismo ou é composta de menores, os micróbios individuais. É certamente incomum e não parece com nada encontrado na Terra. O que é surpreendente é que esses organismos aparecem nos talos de amostragem em uma condição absolutamente intocada. Não há partículas de poluição encontradas com eles.” Concluiu o professor Wainwright.

A descoberta de um pequeno plâncton na ISS foi a primeira vez que organismos complexos foram encontrados no espaço exterior. Experimentos já mostraram que as bactérias podem sobreviver fora do nosso planeta.

Os dados foram coletados a 27km acima da atmosfera terrestre

Uma teoria cada vez mais popular é a que o catalisador bioquímico para a vida humana se originou em outras partes do universo. Alguns pesquisadores disseram que uma explicação aceitável é que os organismos foram transportados para a estação em correntes de ar oriundas do mar onde o plâncton é encontrado em abundância.

No entanto, outros afirmam que isso é impossível com a única teoria racional sendo as minúsculas plantas derivadas para a ISS a partir de outro lugar no espaço.

O professor Wainwright disse: “Eles podem ser os mesmos, ou semelhantes aos que encontramos. Em ambos os casos eles serão interceptados em sua jornada do espaço para a Terra e não como alguns críticos impensados ​​sugeriram – preguiçosamente a deriva até alturas tão extremas da Terra.”

Fonte: Express UK

O que são ondas gravitacionais?

Na física, as ondas gravitacionais são ondulações na curvatura do espaço-tempo que se propagam como ondas, viajando para o exterior a partir da fonte. A sua propagação é comparada as ondas formadas em um lago tranquilo após o impacto de uma pedra em sua superfície.

Previstas em 1916 por Albert Einstein com base em sua teoria da relatividade geral, e detectadas em 2015, as ondas gravitacionais transportam energia na forma de radiação gravitacional.

Foto ilustrativa da NASA

Essa comprovação é uma das maiores descobertas da ciência do nosso tempo porque, além de confirmar as ideias de Einstein, abre as portas para maneiras totalmente novas de se investigar o Universo. A partir de agora, a astronomia e outras áreas da ciência entram numa nova era.

Se uma simples maçã pode ter sido a chave da descoberta da força da gravidade, quem sabe as ondas no lago podem ter iluminado também a cabeça desse grande gênio da Física.

Não entendeu bem? Veja o vídeo abaixo:

Fonte: wikipedia e BBC

Hubble encontra buraco negro intrigante

A galáxia espiral visível no centro da imagem é conhecida como RX J1140.1 + 0307, ​​uma galáxia na constelação de Virgem captada pelo telescópio espacial de Hubble da NASA apresenta um enigma interessante.

A galáxia da Via Láctea, como a maioria das galáxias grandes, tem um buraco negro supermassivo no centro, mas algumas galáxias estão centradas em buracos negros mais leves e de massa intermediária.

RX J1140.1 + 0307 é uma galáxia centrada em uma das menores massas de buraco negro conhecido em qualquer núcleo galáctico luminoso. O que intriga os cientistas sobre esta galáxia é que os cálculos não somam. Com uma massa relativamente baixa para o buraco negro central, modelos para a emissão do objeto não podem explicar o espectro observado.

Fonte: Nasa e Agência Espacial Europeia.